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Sistemas sob demandaQuando nenhum sistema de prateleira serve, a gente constrói o seu

Nem toda operação cabe num produto pronto. Quando o jeito de trabalhar é o diferencial da empresa, adaptar a operação ao software é jogar fora justamente o que faz ela ganhar. Aqui o caminho é o contrário: o sistema é desenhado em cima do fluxo que já existe.

Para quem é

Empresas que já tentaram resolver com sistema de prateleira e acabaram com três ferramentas e uma planilha costurando tudo — ou que têm uma regra de negócio própria que nenhum produto de mercado entende. Também para quem precisa de integração entre sistemas que não conversam.

Como trabalhamos

Entrega em fases, com escopo fechado em cada uma

Levantamento antes de código

A primeira etapa é mapear o fluxo que você tem hoje, com quem executa ele. É curta e é ela que evita o erro caro: construir bem a coisa errada.

O menor sistema que já resolve

A primeira entrega é a que já serve para trabalhar, não uma demonstração. O resto vem depois, em cima de algo que já está sendo usado de verdade — que é quando as prioridades ficam óbvias.

A regra de negócio escrita uma vez só

As regras vivem num lugar só e são usadas pela tela e pelo servidor. É o que impede o clássico: o sistema aceitar pela API o que a tela proibia, e o erro só aparecer no relatório do mês seguinte.

Cobrança recorrente quando o seu negócio é assinatura

Gateway de pagamento, PIX e cartão, fatura automática, lembrete de vencimento e corte de acesso por inadimplência. É infraestrutura repetitiva, e a casa já a tem pronta.

Isolamento de dados no banco

Quando o sistema atende vários clientes, a separação entre eles é imposta pelo banco de dados e não só pela tela. É a diferença entre um dado que não aparece e um dado que não pode ser lido.

O código e os dados são seus

Repositório em nome da sua empresa, exportação dos dados a qualquer momento e documentação de como tudo funciona. Trocar de fornecedor tem que ser uma decisão sua, não uma impossibilidade técnica.

A prova

Os sistemas da casa foram construídos exatamente assim

Corpus, Sensus e Civitas não são portfólio de terceiro nem caso de estudo emprestado: são produtos que esta casa desenhou, construiu e mantém. Um sistema de faturamento de convênio médico, uma plataforma de prospecção com cobrança recorrente e IA e um sistema de gestão de gabinete público.

São três domínios que não têm nada em comum entre si — saúde, comercial e público —, e é justamente isso que eles demonstram: o que se repete de um projeto para o outro não é o assunto, é o método. Levantar o fluxo antes, entregar o núcleo que já serve, e depois crescer em cima do que está em uso.

Quando você contrata um sistema sob demanda aqui, o que chega junto é essa infraestrutura já resolvida: autenticação, papéis de acesso, cobrança, isolamento de dados, envio de e-mail, testes automatizados. O tempo do projeto vai para o que é seu — a regra que nenhum produto de prateleira entende.

Como começa

Começa por uma conversa sobre o problema, sem compromisso e sem apresentação comercial. Se houver encaixe, o passo seguinte é o levantamento, e só depois dele existe orçamento — orçar antes de entender o fluxo é chutar um número e depois defendê-lo. Cada fase tem escopo e preço fechados antes de começar.

Conta o problema

Descreva em duas linhas o que trava hoje na sua operação. Se um sistema de prateleira resolver melhor e mais barato, a gente diz — indicar o menor que resolve vale mais do que vender o maior.

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