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CivitasO gabinete inteiro num fluxo só: o que o eleitor pediu, quem está tratando e o que já foi resolvido

O Civitas é o sistema de gestão de gabinete legislativo da casa. Ele junta num lugar só o atendimento ao eleitor, a agenda da equipe, as indicações protocoladas na prefeitura e os números do mandato — substituindo a planilha solta e o grupo de WhatsApp por um fluxo que deixa rastro.

Para quem é

Gabinetes de vereador pequenos e médios — os que ficam de fora das plataformas dimensionadas para deputado, seja pelo preço, seja pela complexidade de implantar. Se o gabinete tem de dois a dez assessores e a demanda do eleitor chega hoje por WhatsApp, é esse o tamanho para o qual o Civitas foi desenhado.

O que ele faz

Os módulos que o gabinete usa todo dia

Atendimento ao eleitor

Cadastro do eleitor com bairro e histórico, abertura de demanda com categoria, descrição e anexo, e o status andando de aberto para em andamento e para resolvido. O histórico fica por pessoa e por bairro.

Indicações e requerimentos

O protocolo do que foi enviado à prefeitura, com prazo de resposta acompanhado e o vínculo com a demanda do eleitor que deu origem à indicação. É o que permite dizer a quem pediu que o pedido virou documento, e qual.

Agenda do gabinete

Compromissos do vereador e da equipe, reuniões, audiências públicas e eventos de campo, por dia, semana ou mês, com filtro por membro da equipe.

Base de eleitores e lideranças

Contatos segmentados por bairro e região, com marcação de lideranças comunitárias e exportação para ações de mobilização.

Equipe, papéis e rastreabilidade

Login individual por assessor, papéis de acesso diferentes para atendimento, jurídico e imprensa, demanda atribuída a um responsável e o registro de quem atendeu o quê e quando. Usuários ilimitados, sem cobrança por assessor.

Indicadores do mandato

Atendimentos por bairro e por tema, tempo médio de resolução e produtividade da equipe — os números que a prestação de contas precisa e que hoje são reconstruídos na mão toda vez que alguém pergunta.

Por que ele existe

Gabinete não perde eleitor por falta de trabalho — perde por falta de rastro

A demanda chega por WhatsApp, um assessor resolve, e três meses depois ninguém no gabinete consegue dizer com segurança se aquilo foi resolvido, quem resolveu ou o que foi respondido. O eleitor, esse, lembra — e a leitura dele não é que o sistema falhou, é que o vereador não deu atenção.

O mesmo vale para dentro: sem registro por bairro e por tema, a pergunta mais simples do mandato — onde a gente mais atendeu neste semestre — vira uma tarde de trabalho reconstruindo histórico em planilha, e a resposta sai aproximada.

Proteção de dados entra desde o começo, e não como aviso no rodapé: consentimento registrado no cadastro, política de retenção definida e log de acesso ao dado sensível. Gabinete trata dado de eleitor, e dado de eleitor tem dono.

Como começa

A implantação leva seis semanas: uma de levantamento com o gabinete, quatro de configuração e carga de dados, e uma de homologação com a equipe usando o sistema de verdade antes de virar o único lugar onde a demanda do eleitor mora. Para quem vem de outra plataforma, a migração dos dados é avaliada caso a caso antes de virar orçamento — é o que costuma travar a troca de fornecedor. O valor é calibrado por gabinete, porque verba de gabinete varia demais entre cidades para caber numa tabela única, e usuário não é cobrado por cabeça: assessor a mais não aumenta a conta.

Quer o Civitas no seu gabinete?

Conta quantos assessores o gabinete tem, por onde a demanda do eleitor chega hoje e se existe sistema a substituir. Com isso já dá para dizer como fica a implantação e quanto custa no seu caso.

Contratar o Civitas